A piscina e os cuidados com os baixinhos

As piscinas garantem a diversão no verão e deixam as crianças malucas de tanta animação. Deliciosamente refrescantes, trazem muito mais alegria para a vida da garotada! Contudo, alguns cuidados básicos devem ser tomados para prevenir os possíveis acidentes. Quer conferir?

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piscina

A piscina é um dos maiores divertimentos da criançada durante o verão. Modelos infláveis, de plástico ou de concreto são tomados pelos baixinhos e oferecem toda a alegria necessária para que os dias sejam inesquecíveis. Brincadeiras e passatempos com água tomam conta da molecada e permitem que a relação entre os amiguinhos e familiares se torne ainda mais forte e agradável. As piscinas são, definitivamente, a fórmula perfeita de diversão, alegria e bem estar.

 

Contudo, apesar de todos os pontos positivos que são facilmente identificados, é necessário prestar atenção em alguns detalhes para que a segurança dos pequenos esteja presente acima de tudo. As brincadeiras com água são muito divertidas mas podem trazer riscos aos baixinhos caso os pais não fiquem de olho nos seus filhos. É necessário prestar atenção em alguns detalhes e dar todas as orientações necessárias para que o divertimento seja saudável e longe de perigos.

 

Pensando nisso, a Tricae separou algumas dicas e cuidados com as crianças nas piscinas para que elas consigam se divertir longe de qualquer risco e para que os pais aproveitem tranquilamente os dias de sol com a meninada. Venha conhecer as nossas dicas e aproveite os momentos deliciosamente refrescantes com a família!

 

Cuidados básicos

Alguns cuidados nas situações em que existe o encontro de uma criança com uma piscina são essenciais para que ela fique longe de qualquer perigo e o primeiro passo é observar a proteção da piscina. É fundamental cercar a área com uma grade de um metro e vinte centímetros de altura (no mínimo), a fim de que seu filho não vá até a água sem a supervisão de um adulto. Também é importante cobrir a água com uma rede ou lona quando a piscina não estiver em uso, mas certifique-se de que o material possui resistência suficiente para aguentar o peso do seu pequeno.

 

No caso das piscinas plásticas os cuidados são outros. Depois que a criança brincar na piscina é hora de envaziá-la e guardá-la em um local seguro. Pode parecer desnecessário repetir isso todos os dias, mas esta simples ação pode evitar grandes problemas, já que apenas três dedos de água são suficientes para afogar uma criança, dependendo de sua idade e coordenação motora.

 

Os equipamentos de segurança, por sua vez, também são responsáveis por deixar os pais mais tranquilos quando as crianças estão brincando na água. Coletes salva vidas, boias e espaguetes ajudam a criança que ainda não sabe nadar a ficar com o rosto fora da água. Porém, vale lembrar que as boias de braço podem ser facilmente retiradas pelo pequeno, as do tipo pneu não garantem a flutuação necessária e podem escorregar o corpo da criança e, além disso, todas as boias de plástico podem estourar ou virar o baixinho dentro da água. Portanto, fica claro que a utilização dos equipamentos de segurança é muito importante, mas não substitui a necessidade de um adulto supervisionando a molecada.

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Muito bem acompanhados

Mesmo com todas as precauções tomadas e com toda a orientação do mundo, é indispensável colocar um adulto para olhar a criançada que está dentro da piscina. Ele poderá intervir nas brincadeiras que podem dar errado e também dar o auxilio necessário caso aconteça algum acidente. Fique de olho na molecada mesmo que as crianças já saibam nadar, já que elas ainda não têm maturidade para escolher a melhor providência a ser tomada em situações de emergência.

 

É muito importante que este adulto saiba nadar e também ensine as crianças que não sabem. Mesmo assim, a supervisão da garotada no momento da brincadeira não é menos ou mais importante de acordo com a profundidade da piscina. Poucos centímetros de água podem ser muito perigosos para uma criança que está aprendendo a ficar de pé, por exemplo. No caso dos baixinhos com até 4 anos de idade é fundamental que os adultos fiquem muito próximos à eles, com a distância de até um braço. Quando a criança passa dessa idade, já pode brincar em piscinas um pouco mais à vontade, mas sempre à vista de algum adulto.

 

Vale ainda ressaltar que a pessoa responsável por tomar conta das crianças deve estar completamente dedicada à esta função, já que um minuto de distração pode trazer muitos prejuízos para a garotada. As crianças estão em fase de aprendizado e ainda não têm noção dos riscos que podem correr e, por isso, precisam de alguém atencioso para que os dias dentro das piscinas sejam incrivelmente maravilhosos.

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Diversão de mau gosto

As brincadeiras nas piscinas são inevitáveis. Existem diversos jogos e possibilidades que divertem as crianças e deixam as tardes muito mais gostosas e divertidas, mas nem todas são seguras. É necessário orientar as crianças em relação ao que é seguro e o que não é, a fim de que tanto os pais quanto os pequenos consigam curtir o dia mais tranquilos e sossegados.

 

A brincadeira em que a criança finge que está se afogando, por exemplo, deve ser completamente proibida, já que caso exista um afogamento verdadeiro as pessoas acharão que é apenas mais uma encenação de mau gosto.

 

Outras formas de diversão clássicas e perigosas dentro das piscinas são as brincadeiras de empurrar e a famosa briga de galo. A borda das piscinas pode machucar muito dependendo da forma que a criança cair. Brincadeiras de mão dentro ou fora da água e o famoso “caldo” também são proibidos, já que abrem espaço para acidentes completamente evitáveis.

 

O piso em volta da piscina, mesmo que seja projetado para não escorregar, acaba se tornando um verdadeiro sabão quando está molhado e por isso correr fora da água também pode ser muito perigoso. Dê opções de brincadeiras que podem ser feitas dentro da água a fim de que as crianças fiquem longe deste tipo de acidente. Caso não seja o momento de brincar dentro da piscina, evite deixar brinquedos próximos à ela para que a criança não caia dentro da água durante alguma outra atividade.

 

Vale ainda lembrar a importância da digestão antes de retornar às atividades do dia dentro da piscina. É essencial que os pequenos esperem cerca de uma hora depois de comer para entrar novamente nas piscinas. A atividade física depois da refeição faz muito mal para os baixinhos e pode causar enjoos e vômitos.

 

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Agora é só curtir muito o verão e fazer com que os dias dentro das piscinas sejam inesquecíveis para os pequenos e para toda a família!

 

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