Acreditar ou não em Papai Noel?

Saiba como reagir quando os pequenos descobrem

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Foto: Shutterstock
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Um amiguinho mais velho contou a verdade para o seu pequeno? Ele perguntou se o Papai Noel existe ou não? Reconheceu quem estava por baixo das roupas vermelhas? Muitas mamães não sabem como reagir nessas situações. O Bom Velhinho faz parte da magia do Natal e não é preciso acabar de vez com a ilusão das crianças sobre ele.

No entanto, também não é preciso incentivar demais ou dar muita importância para a imagem do personagem. Por meio da fantasia, é possível educar de maneira lúdica e apresentar valores positivos, como altruísmo, bondade e generosidade.

Ele não existe?

Se o seu filho for muito novo, é provável que ele nem se incomode caso alguém conte a ele que o Papai Noel não existe. Nesse caso, diga que se trata apenas de uma brincadeira e sustente a fantasia por mais um tempo.

A idade em que os pequenos descobrem sobre o Bom Velhinho varia bastante, porque cada criança amadurece em um ritmo. Em geral, é por volta dos sete anos, quando elas começam a frequentar o Ensino Fundamental, que as crianças passam a diferenciar melhor realidade de fantasia.

A descoberta

Quando o pequeno começa a questionar, é porque já houve um amadurecimento. Nesse momento, o melhor é que os pais conversem com o filho para entender o que ele está pensando e confirmar o fato.

O importante é deixar claro que a história do Papai Noel não se trata de uma enganação. Ressalte que as pessoas que se vestem como o personagem gostam de manter uma tradição, pois é uma história contada no mundo inteiro.

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* Preços sujeitos a alteração.

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Fonte: Revista Crescer

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