Em ação: esportes para as crianças

Você sabe como incentivá-las sem forçar a barra?

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esporte para as crianças
Foto: Shutterstock

Todo mundo já está cansado de ouvir por aí que as pessoas têm facilidade para aprender na infância. Para além da leitura e a tabuada, você já pensou de que maneira apresentar os esportes para as crianças?

De acordo com o Ronê Paiano, professor de educação física da Universidade Presbiteriana Mackenzie, o primeiro contato deve ser lúdico e gerar prazer ao pequeno. Além disso, é superimportante que ele conheça diversas atividades e modalidades para que possa desenvolver sua própria opinião e escolher (ou não) repetir determinada prática. “A diversidade contribui para a formação de sinapses e, consequentemente, a formação cognitiva da criança”, comenta o professor.

A boa memória ligada ao hábito esportivo pode levá-la a adotar um estilo de vida ativo no futuro. Aí vai ser ponto para você!

*Preços sujeitos a alteração

Do quintal para a vida

Você mesmo pode estimular seu filho. Jogar bola no quintal ou ir ao parque e permitir que corra e suba em árvores é uma das formas informais de apresentar o esporte enquanto brincadeira. Aproveite esses momentos para estreitar os laços! <3

Para quem deseja inserir a criança dentro de um contexto coletivo e está com a grana curta, a dica é procurar espaços de fomento público que tenham piscinas, quadras e campos. E lembre-se: as atividades devem apresentar desafios gradativos e ajustados à faixa etária, condições e características da criança. Não estrapole, hein?

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Mas o meu filho não quer…

Não tem problema! Não passe por cima dos medos da criança. Ronê salientou que forçá-la a fazer atividades pelas quais não tem interesse pode gerar uma memória de desprazer associada não apenas à atividade específica mas a esportes em geral. Ela pode se afastar da prática de exercícios físicos na adolescência e até a vida adulta, o que pode ser muito mais danoso à ela.

Então relaxe! Incentive, crie as possibilidades mas não cobre que ela assuma alguma preferência ou prática. Lembre-se que na primeira e segunda infâncias (0 a 12 anos) o mais importante é que a garotada tenha contato com diversas vivências. Isso, sim, vai contribuir para sua alfabetização corporal. 😉

*Preços sujeitos a alteração

 

 

 

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