Porque dizer “mãe solo” e não “mãe solteira”

A tarefa de ser mãe não tem nada a ver com um estado civil: entenda porque ter empatia pelas supermulheres que a encaram sozinhas é importante

Share Button
mãe solo
Foto: Shutterstock

Ser mãe solo não impede que mulheres no mundo todo criem seus filhos em lares felizes e estáveis. Por que não conseguiriam, não é mesmo? Criar um filho é uma realização e tanto e, embora não seja uma tarefa fácil quando as mães precisam assumir a missão sem a participação dos pais, não se preocupe.

A maternidade não é um estado civil e muitas mamães não gostam do termo “mãe solteira”. Essa expressão é carregada de conotação negativa e lembra os tempos em que ter um filho sem ser casada era algo para se ter vergonha. Essas mulheres se desdobram em mil para dar conta de tudo e merecem empatia e respeito!

Além disso, alguém aí já ouviu um pai ser chamado de “pai solteiro”? Motivos como esses mostram porque o termo “mãe solo” se torna cada vez mais popular.

O que é ser “mãe solo”?

Significa que a mãe é a principal responsável pela criança, seja financeiramente ou por disponibilidade de tempo. Em resumo, não tem nada a ver com ser casada, solteira ou divorciada. Existem muitas supermães que, apesar de casadas, são as principais ou até mesmo as únicas responsáveis pela educação dos pequenos.

“É preciso uma aldeia para educar uma criança”

Ter filho é muito bom e pode ter certeza que as mães solo não se arrependem. O ponto é que é ainda melhor quando há empatia e auxílio dos amigos e familiares.

Ajudar, apoiar e acolher mães e filhos, seja nos locais de trabalho ou lazer, pode parecer pouco mas faz toda a diferença. Entender o papel de mãe não como um fardo, mas como uma escolha cheia de amor e trabalho é essencial para toda a sociedade.

Que tal começar com uma pequena mudança de hábito? Substitua o antiquado “mãe solteira” pela expressão “mãe solo”.  É aos pouquinhos que fazemos grandes mudanças! 🙂

 

 

Share Button