Live de dia das mães com quem entende do assunto: elas mesmas

A Tricae convidou mamães que são digital influencers para falar da maternidade

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No dia  09 de maio, a Fabiana Scaranzi invadiu o perfil no Facebook da Tricae! Dessa vez, jornalista trouxe algumas mamães para um bate-papo: Gabi, do site Tiago & Gabi, Carol “Tchulim” Rocha e Aline Vicente, do Dia a Dia de Mamãe. Elas, que também são digital influencers, debateram sobre as dores e as delícias da maternidade.

Ainda que cada uma seja ímpar, as mães são todas iguais: fortes, multitarefas, cheias de garra e elas encaram obstáculos que começam antes da gestação. Questões como culpa, cobranças externas e mãe solo deram o que falar.

Faça cara de alface

A descoberta e a revelação da gravidez geram tanto votos de felicidade, quanto regras a se seguir. Apesar das boas intenções, os pitacos bombardeiam as mulheres durante toda a maternidade. “Não sou a favor de palpite, mas alguns conselhos podem ser bons porque você ouve alguém que está fora da situação. O chato é quando as pessoas questionam algo que foi uma decisão sua, como não dar doces para as crianças”, comentou Aline.

Segundo elas, o importante é ouvir a si mesma e escolher os conselhos que sejam bons para você. A dica é filtrar e adotar o que cabe na sua vida e mais nada.

Fique trilili

As blogueiras concordam que a sociedade impõe uma pressão nas mães: a ideia de que elas devem assumir esse papel como principal ou o único. É necessário entender “que você é uma pessoa antes de ser mãe – e quando se torna uma, apenas adquire novas habilidades” revela Carol Rocha.

A Gabi conta que foi repreendida quando encontrou as amigas para beber um vinho e conversar: “as pessoas me perguntaram: ‘onde já se viu deixar o bebê com o pai e sair sem limpar a casa?’”. A blogueira Tchulim até brincou: “Mães ficam trilili, não é um problema”. A culpa pega todas as mamães. Respeitar o seu momento e as suas vontades é essencial em todos os âmbitos.

Questões como “Dá para ser uma supermãe e uma supermulher? O que é ser super?” tiveram apenas uma resposta: “Tá dando para ser feliz? Então tá bom!”, alivia Aline.

Mãe solo não é mãe solteira

Ser mãe solo significa ser a principal responsável pelo filho. Portanto, a expressão não se restringe às mães solteiras: “o problema é que, em casos em que o pai abandona, a mulher não escolhe ser mãe solo, ela tem que ser”, lamenta Tchulim.

A criação dos pequenos tem que estar acordada e ser cumprida por todas as partes – e isso vale até para os titios e avós, certo?

 

Vai dizer que é tarefa fácil ensinar outra pessoinha a viver? O aprendizado é mútuo e vale cada segundo! Veja o vídeo na íntegra aqui e confira os conselhos que essas mamães têm para dar. 🙂

 

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